ENTREVISTA A:

 

Entrevista a Leandro Morais

Leandro Morais, 40 anos, Ex- jogador de futebol

Professor de Educação Física/ técnico superior de desporto

Atual treinador de futebol no Atlético dos Arcos de Valdevez  

Está a frequentar o mestrado em treino de futebol

 

1) Quais são os estudos que são precisos ter para ser treinador de futebol?

Para ser treinador é preciso ter paixão pelo futebol e pelo jogo, conhecer e perceber como funciona o jogo e o futebol. É preciso saber e gostar de lidar com pessoas. Temos que estudar muito para aprender e para evoluir e, claro, ter curso de treinador.

2) Que equipas já treinou e em que escalões?

Há 4 anos que treino o Atlético dos Arcos de Valdevez. Fui jogador de futebol até aos 36 anos.

3) Qual a tática que mais usa?

A melhor tática é aquela que nos faz ganhar.

A tática varia em função de vários fatores: do adversário, dos jogadores disponíveis, isto é, a tática adapta-se aos jogadores.

4) Habitualmente joga sempre com a mesma equipa ou dá oportunidade a todos os jogadores?

O treinador não dá oportunidades aos jogadores. São os jogadores que têm de conquistar as oportunidades.

Escolho os jogadores que são melhores e me dão mais garantias para ganhar o jogo. Contudo, quando tenho um jogador que não chega a ser tão bom como os melhores, mas se é um jogador que trabalha, que se dedica, que é responsável e que cumpre as regras do grupo/equipa, quando tenho oportunidade de o pôr a jogar, ponho. Mas as oportunidades conquistam-se!

5) O que diz aos jogadores quando a equipa está a perder?

Depende do que está a acontecer. Às vezes a equipa está a perder mas não merece, porque estão a fazer as coisas bem-feitas. Mas como o futebol é um jogo, há sempre coisas que os jogadores e os treinadores não conseguem controlar.

Quando os jogadores estão a cumprir com aquilo que o treinador quer, não podemos dizer muito, só podemos reforçar, dar moral, incentivar, dizer que estão a fazer bem e que as coisas vão melhorar.

Quando estão a fazer coisas mal, temos de corrigir o que esta mal, tentando melhorar para mudar o resultado. Às vezes conseguimos alterar as coisas… mas muitas vezes, por muito que tentemos, nós e os jogadores, não é possível e não conseguimos mudar o resultado.

6) Quais são as regras de conduta que o treinador tem de seguir durante um jogo de futebol?

A regra mais importante de todas é o respeito que temos de ter pelos adversários, pelos árbitros e pelos adeptos. Esse respeito só é possível quando, em primeiro lugar, respeitamos os jogadores e as pessoas que trabalham connosco.

As regras fundamentais do treinador são o respeito e a seriedade e principalmente não entrar em contradição. Porque os jogadores são muito inteligentes, isto é, se hoje dizemos uma coisa e amanhã nos contradizemos, os jogadores deixam de acreditar no treinador.

Para além disso, temos de ser frontais, verticais e respeitadores. Temos também de ser justos mas as vezes não é possível.

7) Que jogadores gostaria de ter na sua equipa de sonho?

Primeiro, tenho que eu crescer como treinador, tenho que eu aprender para chegar ao nível dos melhores.

Todos os treinadores querem ter os melhores jogadores que existem. Todos querem ter o Cristiano Ronaldo, o Messi, o Suarez, o Neymar, Adrien Silva, o Jonas, o Maxi ou o Danilo.

Os treinadores querem ter os melhores, mas o que faz o treinador ser o melhor é, com os jogadores que tem, obter o melhor rendimento.

Às vezes é tão mais importante ou gratificante treinar jovens com 14 anos, do que treinar os melhores do mundo. Só que uns têm mais visibilidade e aparecem mais nos jornais. O trabalho é o mesmo ou até mais importante.

8) Enquanto treinador já ganhou algum título?

Como treinador já ganhei 2 títulos, aliás apenas 1. O outro não chegamos, propriamente, a ganhar.

No ano passado, a minha equipa ganhou a taça da Associação de Futebol de Viana do Castelo.

Há dois anos, a minha equipa ficou no 1.º lugar do campeonato. Depois, houve um jogo para disputar quem subia de divisão que, a minha equipa, perdeu aos 94 minutos, através de um penalti. Acabou por subir a outra equipa.

 

 

 

 

 

 

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A profissão do mês: Carteiro

 

No passado dia 16 de junho, o Grupo de Treino de Competências Sociais recebeu na APCVC o carteiro Filipe.

Desta vez escolhemos conhecer melhor a profissão de carteiro.

O carteiro Filipe foi muito simpático e gentil, explicou-nos como é o dia-a-dia de um carteiro.

A trabalhar há cerca de 20 anos, o dia de trabalho deste carteiro começa muito cedo. É um trabalho muito cansativo pois chega a distribuir entre 600 a 1000 cartas por dia.

Apesar de atualmente o carteiro contar com o auxílio de máquinas que separam previamente o carreio, é ainda um trabalho pesado pois no giro leva a bicicleta, eu usa para se deslocar, 4 sacos com cartas, jornais, revistas e encomendas para entregar.

Contou-nos ainda algumas situações caricatas especialmente quando se engana a colocar as cartas nas caixas do correio.

Resta-nos agradecer ao carteiro Filipe a simpatia e a correspondência que nos entregou: uma mochila e 2 lápis dos CTT.

 

A Entrevista    O grupo

 

 

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Entrevista ao/a Enfermeiro/a

 

No dia 4 de fevereiro de 2016, tivemos a oportunidade de fazer uma entrevista á enfermeira especialista Filomena, que trabalha no centro de saúde de Darque.

Fizemos algumas perguntas sobre a profissão de enfermeira comunitária, para ficarmos a conhecer melhor esta profissão.

 

1- Porque decidiu ser enfermeiro/a?                               

Decidi ser enfermeira porque gosto de cuidar das pessoas

 

2- O que gosta mais de fazer como enfermeiro/a?

Acompanhar a gravidez e o nascimento dos bebés, que é a minha especialidade.

 

3- É difícil ser enfermeiro/a?

É preciso gostar do que se faz. Porque às vezes os enfermeiros têm de cuidar de pessoas que sofreram acidentes e estão cobertos de sangue, ou pessoas acamada com feridas ou com secreções. Não é difícil é só preciso gostar do que se faz.

 

4- Que tipo de situações trata com mais frequência?  

A vigilância da gravidez, a ginástica com as gravidas e depois trato dos bebés quando nascem. Mas há outros colegas que fazem a vigilância das crianças, dos diabéticos, das adolescentes e dos idosos, fazem tratamentos, dão injetáveis, vacinas, entre outras coisas.

 

5- É preciso estudar muito para ser enfermeiro/a?  

É preciso estudar até ao 12.º ano, depois mais 4 anos para tirar a licenciatura em enfermagem. Para ser especialista, como eu sou é, preciso estudar mais 2 anos.

 

6- Porque escolheu a enfermagem comunitária? 

Porque não só trabalho com as pessoas doentes como também com os contextos em que estes estão inseridos: a família, a escola e a comunidade geral.

 

 

 

 

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Entrevista ao Farmacêutico


entrevista a um farmacêutico


 

 

No dia 8 de outubro de 2015 fomos fazer uma entrevista a uma farmacêutica em Viana do Castelo, Abelheira, porque pretendemos conhecer melhor o trabalho do farmacêutico.

 

 

 

Numa Farmácia Comunitária trabalham sempre, pelo menos, 2 farmacêuticos.

O Farmacêutico é lincenciado em Ciências Farmacêuticas, e tem como princípais funções aconcelhar, efetuar encomendas, dispensar receitas médicas e preparar medicamentos.

Durante a nossa entrevista, tivemos a oportunidade de visitar as instalações da farmácia: o armazém, o laboratório e a zona onde fazem o atendimento ao cliente.

No fim da entrevista, a Farmacêutica alertou-nos para a reciclagem de medicamentos fora do prazo e que já não usamos, podendo-os deixar no contentor dos medicamentos que se encontram nas farmácias.

visita à farmacia laboratorio e valormed

 

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Visita à PSP


O Grupo de Competências Sociais visitou, no passado dia 28 de maio, a Esquadra da PSP de Viana do Castelo.
Fomos recebidos pelo sr. Agente Rui Gomes que muito gentilmente nos mostrou as várias secções e esquadras da Polícia.
Ficamos a conhecer a Esquadra de Trânsito, onde pudemos ver os vários aparelhos para a fiscalização de condutores e viaturas. O chefe Paulo Silva demostrou o famoso “teste do balão” e explicou-nos também os procedimentos para a fiscalização dos veículos pesados.
Visitamos a Esquadra de Prevenção Criminal e por fim vimos de perto o trabalho do “cérebro da esquadra”. No final da visita recebemos um diploma para nos recordarmos sempre dos ensinamentos desta visita.

 

 

 

 

 

 

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Visita a uma padaria/pastelaria